Rotina de beleza de dia - actualizada

Publicado por: Marlene Vinha a 17 de Sep 2014

{bouquet feito pela Sofia dos Branco Prata}

Agora que a que a minha pele parece ter ganhado juízo e voltado ao normal (dentro do possível), penso que partilharei com mais frequência as minhas rotinas de rosto sem estarem pejadinhas de coisas para a rosácea já que sei que, para quem não sofre da maleita, pode ser um grande aborrecimento.

Vamos lá passar então em revista tudo o que me tem passado pela cara nos últimos meses.

A limpeza, faz-se com esta água micelar para bebés da Bioderma, da qual já falei aqui e que já está a terminar. Gostei de a usar, pois acho que cumpre a sua tarefa muito bem, mesmo reconhecendo que tirar umas remelas e limpar a pele pela manhã, não será a mais árdua das empreitadas. Mas para o efeito, também não lhe posso pedir mais. 

Como já é da praxe, e após a água micelar (principalmente neste caso, que acho ser fortemente detergente, já que produz imensa espuma depois de agitada) borrifo-me abundantemente com água termal e limpo com algodão. Esta água termal da Uriage tem sido a eleita e os 300 ml rendem para duas vidas. Não tenho muito para dizer sobre este produto, já que cumpre a tarefa de que é incumbido, até porque gosto de uma qualquer outra marca como a Àvene ou Vichy, por exemlo. 

O passo seguinte consiste em mais uns quantos borrifos desta Eau Cellulaire do Institut Esthederm (já que dei descanso à Sérozinc), seguidos de uma micro massagem. E, enquanto lavo os dentes, a pele seca. Reclama a marca que esta água é idêntica à água da nossa própria pele e que confere frescura e radiância. Eu assumo a parte da "frescura e radiância" pois sinto a pele hidratada e pronta a receber os tratamentos que se seguem.

O que nos leva à segunda etapa que começa pela aplicação dos séruns. Primeiro, este Rutine da Etat Pur adequado a peles com rosácea e açambarcado nuns mega saldos (mas mesmo que não fosse, os preços normais não são nada de outro mundo), como já vem sendo habitual, no Showroom Privè. E o que tenho a dizer sobre estes míseros 15ml albergados neste frasquito? Olhem, muito bem, apesar de que na primeira aplicação senti um rubor anormal (já na fase de franca melhoria em que estava) o que me levou a ficar de pés atrás e reaplicá-lo dali a dois dias. A partir de então, a coisa começou a rolar que foi uma maravilha e até hoje, não sei se atribua o facto de a rosácea estar controlada apenas a este pequenote (forte em Rutine que contribuí para reduzir a ruborização localizada e fortalecer as paredes do vasos capilares). Mas seja por que motivo for, ele tem ajudado, sem dúvida! E bem sei que aplico apenas nas bochechas, mas para o tamanho que tem, a coisa anda a esticar imenso. 

Passando ao sérum número dois (sim, que ninguém disse que era fácil ter estados e tipos de pele tão heterógenos como eu) que é o Sérum Dèfense Anti-Rides da Caudalie (*), que foi incorporado na minha rotina um pouco a medo. Vitamina C (estabilizada, é certo) augura coisas boas para a pele, mas para uma que seja sensível, é preciso pensar duas vezes. Vai daí, comecei por aplicá-lo a cada dois dias e como sérum matinal por se tratar de um produto levezinho, com efeito luminoso e facilmente absorvido, o que se torna numa vantagem porque a seguir a ele, ainda vêm muito mais coisas, como se apercebem pelo que vos mostro. Após ganhar confiança no produto (coisa que aconteceu após uma semana de uso e a correr às mil maravilhas) passou a diário em todo o rosto, pescoço e decote. O que promete o menino? 

"Protege a pele das agressões quotidianas (poluição, stress...). Enriquecido com ácido hialurónico e esqualeno de azeitona, tem um efeito hidratante e de preenchimento. As rugas e rídulas são visivelmente corrigidas. A pele fica mais luminosa. Fórmula hipoalergénica, não fotossensibilizante e não comedogénica. Testado dermatologicamente." . Enfim, "Um superpoderoso shot de juventude antioxidante!".

O meu veredicto, depois de dois meses de uso (que foi o que a coisa durou), é bastante positivo pois achei que a pele ficou de facto muito luminosa e nunca mais senti resquícios de desidratação (também não lhe dou tréguas e recorro a muitos outros produtos, é certo). No entanto, no que toca às manchinhas pigmentação que me andam a tirar o sono (ó eu a dramatizar a coisa, já que não será de facto caso para tanto) não houve qualquer evolução positiva (ou melhor, negativa, que seria o desejável neste caso).

E agora, passemos ao lado obscuro do produto que me fez apanhar "o" susto da minha vida profissional. Como gostei bastante do sérum e achei tratar-se de um excelente preparador da pele (pelo que já disse acima), adoptei uma amostra para o meu kit de trabalho: se a minha pele sensível o aguenta, será bom para qualquer pele, certo? Errado! Depois de o ter usado mais de um vintena de vezes em diferentes peles de diferentes idades e a coisa ter corrido bem, eis que num dia de uma produção e após ter limpado a pele da modelo com a já habitual água micelar da bioderma, aplico o sérum e a pele fica quase instantaneamente vermelha. Foi numa questão de dois ou três minutos que a coisa se começou a alastrar pelas faces e me fez questionar se a menina se estava a sentir bem. A reposta negativa e o vermelho impossível de ignorar fez-me retirar imediatamente o produto, aplicar uma camada generosa de fenistil gel acompanhado de um anti-histamínico. Não sei se foi a opção correcta (não sou médica) mas perante o cenário tenebroso, foi a única que me ocorreu. Resultado, meia hora depois a coisa tinha regredido como se nada tivesse acontecido e o sérum afastado do meu kit (e substituído entretanto, por este da Lierac, que até ver, se tem portanto milagrosamente). Não sei apontar o porquê do acontecido, mas depois de trocar umas ideias coma Sara e a Sofia constatei tratar-se de algo mais comum do que pensaria. É certo que cada pele é caso único e vale a premissa que "o que vale para mim, pode não valer para os outros”, mesmo que a minha seja um excelente medidor de sensibilidade. Continuei a usar o produto em mim e reitero a minha opinião muito positiva, mas aconselho a quem estiver interessada no mesmo, a pedir amostras e a introduzir o produto de forma paulatina na vossa rotina, a fim de evitarem dramas como este.

Já me alonguei demasiado sobre o sérum que foi, ainda assim, o meu favorito deste trio de tratamento composto ainda pelo creme de olhos e lábios anti-rugas C15 (*) e pelo fluido protector FPS20 (*). Sobre o primeiro não tenho muito a dizer excepto que gostei bastante da textura rica mas não pesada e da forma repousada com que me deixou a zona periocular. Já do fluido, apesar de gostar de texturas mais pesadas, achei este bastante reconfortante e ideal para aplicar de dia, não só pelo FPS (que sendo baixo, não me deixa propriamente protegida) mas por sentir que resulta muito bem na minha rotina que envolve uma série de produtos em camadas e ainda, maquilhagem.

Fiquei com pena de não usar o óleo mas a paciência não é muita já que tenho ali cerca de quatro produtos similares em lista de espera para serem usados e a coisa não se gasta de forma ligeira, mesmo com mão pesada. É que depois, dou por mim a usar óleos do calibre dos da Clarins, nos cotovelos e mãos, porque já não os posso ver à frente. Assim, reinou alguma sensatez e acabei por não o comprar.

Quase me esquecia de mencionar, o creme de pescoço com centella asiática da Etat Pur, que adquiri na já explicada super-compra. É um produto indicado para a zona do pescoço e para as malfadadas rugas e flacidez anunciada. Contém centelha asiática, produto chave em quase tudo o que é “produtada” para reafirmar, seja que zona for, já que reclama promover a síntese de colagénio e a renovação celular. É um produto leve, que se aplica em dois tempos com uma massagem ascendente. Não noto nenhuma melhoria dramática e já decidi que quando este terminar, vou ter de apelar a algo mais forte, já que que os 35 começam a pesar e estou a ver o caso mal parado no que toca à sustentação das minhas proeminentes bochechas.

Por último, chegamos à fase da protecção e da aplicação do meu “mui” amado Foto Ultra ISDIN 100+, que tenho usado sempre e que já o considero como um dos melhores protectores que já usei. Já o recomendei a várias pessoas que adoraram e eu, não fosse uma consumidora compulsiva de cosmética seria, muito provavelmente, fiel a este produto até ao fim da minha vida. Leve, transparente e ideal para pele sensível, enfim, tudo aquilo que a minha pele gosta e precisa, num frasco.

E depois, já que começo a rotina com borrifos, com borrifos termina e uso de forma alternada ou, se estiver para aí virada, até borrifo estas duas águas protectoras. A primeira, da Clarins Expertise 3p -Brume Ecran- promete proteger a pele de todos os "tipos de poluição modernos". Acho piada a esta descrição pomposa que na realidade assegura protecção contra ondas electromagnéticas de computadores e telemóveis e toda uma teoria da conspiração sobre ondas que, se atravessam paredes também atravessam a pele. Na altura do seu lançamento, a coisa levantou polémica por causa da publicidade (alegadamente enganosa) e não sei se será por isso, que já não a vejo à venda. Anyway, gosto do produto, mesmo com consciência das suasfalsas promessas, e acho-o um excelente finalizador de maquilhagem.

O mesmo vale para o spray UV in cellium do Institut Esthederm, já apresentado aqui. Adoro a marca, sendo especialista em peles sensíveis, mas não ouso sequer delegar apenas neste produto, a protecção da minha pele. Sempre um SPF elevado antes e este, como finalizador.

Na realidade, não confio que estas brumas protejam a pele como apregoam mas sendo que ambas podem ser borrifadas ao longo do dia, como alternativa à água termal (que de resto sinto que favorece a sensação de desidratação, por mais contraditório que isso possa soar), estas acalmam e restituem algum viço que se vais desvanecendo ao longo do dia.

E é isto!! Não sei se tiverem alento de ler tudo até aqui, mas já ando a preparar o post da rotina de noite, sim?!


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