...e outra nocturna, pois claro!

Publicado por: Marlene Vinha a 18 de Mar 2015

Como prometido, hoje fica a segunda parte do post que partilhei ontem, e onde darei conta do que me passou pela cara, nas últimas semanas.

Rotina que é rotina, inicia-se sempre pela limpeza, já sabem! Continuo a contar, para isso, com o óleo desmaquilhante da Chanel e com as manteigas desmaquilhantes. Só pelas vezes que já os mencionei por aqui (e que por isso, não vale a pena repetir), ficam com uma noção da duração deste tipo de produtos, o que legitima o bom investimento que os mesmos representam.

A par desses fiéis companheiros, inaugurei o leite desmaquilhante da Caudalie que me pareceu uma opção simpática pela relação preço/tamanho e por ser adequado a peles sensíveis. É um leite leve, bastante agradável de se aplicar e remover, o que representa um ponto a favor deste produto, já que se há coisa que odeio e que me levou a abandonar os desmaquilhantes cremosos, é o facto de pesarem nos olhos e serem uma treta de retirar, a par da pouca eficácia em remover maquilhagens mais resistentes. Este uso sobretudo para dias de pouca ou nenhuma maquilhagem, já que os óleos/manteigas desmaquilhantes são sempre a opção segura e óbvia para dias em que tenho mais sujidade a remover. Posto isto, nem sequer vale a pena desperdiçar tempo e produto a tentar fazê-lo funcionar numa tarefa que há outros que o suplantam, a milhas. A limpeza fica efectivada pela passagem da água micelar (igual à da manhã) e por mais um borrifo de água termal.

Chegada aqui, tenho duas opções, que vou usando consoante as necessidades da minha pele, e da minha vontade.

Opção A

Para dias em que sinto a pele mais seca e a repuxar ou para quando tenho tempo para despender numa massagem, dou continuidade à linha da Ren, da qual tenho dois produtos: o Vita Mineral Omega 3 Optimum Skin Oil e o Frankincence Revitalizing Night Cream.

O óleo, produto sem o qual já não sei viver e que tem que fazer parte da minha rotina, seja da marca que for, para massagem, para manter a pele equilibrada e bonita. É essencial na minha rotina, e sim, todas as peles podem usar óleo, desde que adequado à sua tipologia e necessidades. Neste caso, optei por este para fazer parelha com o creme (já que a marca aconselha o uso da dupla) ainda que esse tipo de prescrição, raramente me convença a usar produtos da mesma marca. Mas, como tinha que optar por um, este pareceu-me uma excelente opção por aquilo que almeja: fortalecer a barreira lipídica da pele, incrementar os níveis de hidratação e reduzir sinais de envelhecimento prematuro e de sensibilidade. A marca aconselha que seja doseado em três gotas, antes do creme, aplicadas com uma massagem, de manhã e ou à noite.

Gostei da textura leve, e da formulação descomplicada mas com uma selecção de óleos bons, ainda que tenha ali para o meio um derivado de óleo de lavanda, potencialmente irritante. No entanto, a minha pele não se queixou, muito pelo contrário, e por isso, recomendo.

O creme que aplicava, emparelhado com o óleo, era o Frankincence Revitalizing Night Cream do qual gostei bastante. Apesar da textura leve, encheu-me as medidas já que é simultaneamente cremoso e permite a auto-massagem, ainda mais se acompanhado com o óleo, sendo ideal para peles normais a secas. A título de curiosidade, porque achei o nome peculiar, Frankincence é uma resina usada em cosmética, considerada de alta qualidade, proveniente da planta Boswellia, ingrediente que figura no rótulo.

A fórmula conta com agentes emolientes e antioxidantes e deixa a pele hidratada e saciada, sendo idealmente aplicada por cima do óleo, que foi como usei, na maioria das vezes.

Opção B

Continuar a tratar daquelas manchinhas chatinhas, de que vos falei há uns meses e que o uso das cápsulas da Úna Brennam aligeiraram, continua a ser uma preocupação. Contei para isso com estes dois produtos:  Illuminating Serum Complexion Corrector da Lierac e o Light Creator Forever Creme Gel da Yves Saint Laurent (*).

Já disse várias vezes que adoro os séruns da Lierac, e em breve farei post sobre os que já usei. Este, no entanto, foi uma estreia e foi-me aconselhando e comprado numa acção da marca na sede da sweetacare, na qual me foi assegurado que é tolerado pelas peles sensíveis, que é sempre a minha principal preocupação. Produtos com ácidos são eficazes para peles com manchas mas, no meu caso, totalmente proibidos pela sensibilidade que me assola. Explicaram-me que este produto age a nível da inibição da melanina, e que impede que as manchas se alastrarem e apareçam.

Usei a medo, confesso (apesar de garantir ajudar a neutralizar a vermelhidão), em dias alternados e apenas à noite. Tem uma textura leitosa, fininha, que se espalha em dois tempos, não é oleosa e que deixa um rasto iridescente na pele. Deram-me a sugestão de misturar este sérum com creme hidratante ou com a base, para amplificar o efeito luminoso. Passo a dica, apesar de nunca ter usado nessa combinação.

Apliquei-o directamente na pele e posso afirmar com toda a certeza que o frasco, que ainda vai a meio, ajudou-me na redução das manchinhas nas maçãs do rosto. As do bigode, ainda lá andam, e preciso de mais tempo para deliberar sobre a sua eficácia neste caso. Não notei que melhorasse a vermelhidão que tenho, de forma mais ou menos constante mas também não a acelerou, o que, em produtos para tratar manchas, será sempre uma mais-valia.

Achei então que para o acompanhar na tarefa e quiçá ajudar, o Light Creator Forever Creme Gel da Yves Saint Laurent (*), seria ideal. Mas, por se tratar de um produto creme-gel, confesso que não usei o suficiente para emitir uma opinião sobre o seu poder em abolir manchas. O inverno, como disse, foi rigoroso, e acabei por munir-me de produtos mais ricos e untuosos. Assim, faço apenas uma descrição do produto que terá de ser incorporado numa rotina mais adiante.

Segundo a marca, este creme conta mais uma vez (como o creme de olhos que mostrei ontem) com o Glycanactif wt que visa melhorar três fontes da luminosidade cutânea: relevo/textura, cor e transparência. Contém derivado de vitamina C que ajuda a reduzir e prevenir as manchas de pigmentação, extracto de mirtilo (acção anti-radicalar) e contribui para a hidratação sustentada da pele.

Tenho tentado ser mais rigorosa com aquilo que aplico no rosto, principalmente depois da crise que a minha pele teve em Janeiro e, como tal, tenho procurado averiguar os ingredientes que compõem as formulações destes produtos. Infelizmente, a caixa deste foi já há muito para o lixo (coisa que agora não faço, para poder consultar e escrever sobre) e apenas encontrei a composição do sérum desta mesma linha e não fiquei muito descansada. Muito álcool (não dos "bons") e silicones, deixaram-me de pé atrás. Mas, como disse, ainda não testei o suficiente para opinar sobre este produto e fica apenas a nota de que, mais uma vez, um produto com vitamina C e outros ingredientes  delicados, não deveria vir num boião. Just saying!

Por último, mas não nessa ordem na sua aplicação, temos dois produtos da Avène: o creme de olhos e o creme de pescoço, aplicados após o sérum (seja ele qual for, dos apresentados.)

Temos então este Eluage Crème, que já mostrei aqui e que contém uma associação de Retinaldeído (derivado de vitamina A e excelente para aplicar à noite) e de Fragmentos do ácido hialurónico (H.A.F.) sendo adequado a peles com rugas profundas e ausência de firmeza das peles secas. Uso, como disse, apenas na zona do pescoço porque tenho necessidades a esse nível apenas nessa zona. A promessa é boa mas a parte má é que os ingredientes destacados pela marca vêm em último lugar na lista o que significa que, provavelmente, a concentração será mínima. Ainda assim, assinalo o tipo de embalagem que é selada com um sistema airless para manter estes ingredientes impecáveis enquanto se usufrui do mesmo. A textura é espessa mas aplica-se de forma agradável e não fica colante sendo que, como já disse várias vezes, cremes de pescoço que tentam promover a firmeza da zona, são muito difíceis de aferir mas não tenho qualquer vontade nem intenção de descobrir o que acontece se deixar de usar os mesmos, já que acredito nos efeitos positivos a longo-prazo.

Eluage contorno de olhos contém os mesmos princípios activos, com a vantagem de não conter fragrância, prometendo trabalhar a nível de rugas, olheiras e papos. Desconfio sempre destas promessas tri-partidas e, apesar de padecer apenas de olheiras, acho que em termos de hidratação da zona periocular, portou-se muito bem. A textura não é pesada e deixa a zona reconfortada.

E se me conseguiram ler até aqui fica a promessa de que, daqui por um mês ou assim, volto aqui para vos par a par dos produtos da marca portuense Dvine que ando a usar! E amanhã temos post de maquilhagem!


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