Um post randómico de beleza

Publicado por: Marlene Vinha a 26 de Mar 2015

Adoro ver posts sobre produtos vários de beleza: cosmética ou maquilhagem. Não resisto aos vídeos "randômicos" da Vic, nos quais ela mostra as novidades e o que anda a usar no momento. Nessa onda de inspiração, resolvi fazer a minha versão e partilhar convosco um post randómico de beleza, onde mostro coisas que cá moram e que se calhar não teriam protagonismo por aqui tão cedo.

Assim, antes que me atraque aos produtos e os deixe sem qualidade de os mostrar aqui, cá vão eles.

Inicio então este post pelo Embryolisse, edição dourada, à qual não resisti. O creme é o habitual, que nunca falta no meu kit, mas a versão dourada é deveras especial e serve para comemorar os 65 anos da marca. Para quem não conhece, o Embryolisse é um hidratante básico, que pode ser usado como desmaquilhante, máscara, etc. Não esperem milagres, se precisarem de algum tipo mais específico de tratamento a nível de rugas ou manchas, por exemplo, mas é daqueles cremes que é bom e barato e que dá sempre jeito ter por perto.

Para além disso, comprei estas duas eyeshadow paint Scandaleyes da Rimmel: uma em prateado (01 Mercury Silver), e outra num rosa com declinações de castanho, arraçada de malva (06 Rich Russet). Quando as apliquei na mão, pensei que seriam coisa da potente, já que penei para as limpar. No entanto, apesar de lhes gabar a pigmentação, reparei que ao fim do dia acumulam imenso na pálpebra. Não usei com primer e tenho de admitir que passei o dia nas borrifadelas. As cores são de morrer e são baratinhas, mas tenho de as pôr à prova noutras circunstâncias, a ver se resultam melhor.

Depois, temos este iluminador em stick da Madina. Se bem se lembram, mostrei os meus iluminadores há quase um ano aqui e, volvidos todos estes meses, a colecção cresceu...Em breve farei uma actualização do assunto mas por agora, fica aqui esta aquisição. Nem imaginam a trabalheira que deu deitar a mão a este “piqueno”. Primeiro li sobre este produto aqui, o que o fez saltar imediatamente para a minha lista de compras. Se a Pat McGrath recomenda, a pessoa quer. Na hora!

Vasculhei o site e estava sempre esgotado. Depois, andei a perguntar se alguém tinha um amigo de um amigo em Itália, para mo poder comprar. Nada. Mas caramba, sou daquelas que, quanto mais difícil um produto é de conseguir, mais vontade tenho de o ter. Assim, na hora que soube que a Ana Rita ía viajar até Milão, cravei-lho de imediato! (obrigada ♥)

Ufa!! Contada a história, perguntam vocês a esta hora, porque raio andei eu atrás de um produto, como se fosse a última coca-cola do deserto. Ora bem, reza a lenda que o Chic & Shine Highlighter Stick Iluminante foi usado pela Path herself numa campanha da Burberry. Bastou o aspecto luminoso e deslumbrante da pele das modelos ser divulgado, que tínhamos eleito novo produto de culto (dizem, e espero não estar a ser traída pela minha memória, porque não me lembro onde).

Mas tudo isto não valia de nada se o produto não fosse bonito e bom. Mas é! É muito lindo, muito fácil de se usar e, em minha defesa digo, que o comprei porque não tinha nenhum iluminador com esta tipologia de aplicação. (Na verdade, qualquer desculpa serve para se comprar mais um iluminador). É cremoso e a luz que confere à pele é natural (nada de glitters), num tom dourado ténue, e que pode ser usado por vários tons de pele! Por coincidência, apareceu num vídeo da Vic, esta semana, por isso, se quiserem vê-lo em acção, é só espreitarem aqui.

Prossigamos para aquele que deve ser o produto que compro mais amiúde. Falo de batons e estão aqui alguns que vieram cá para casa nas últimas semanas. Temos aqui várias opções, para toda a gama de preços, com a paleta cromática a cair nos laranjas, rosas secos e pêssegos E ali um vermelho, vá.

1. Rimmel Apocalips Lip Velvet Matte 505 Burning Lava: um batom que segue a mesma linha dos Apocalips normais, mas com acabamento mate aveludado, sem ser seco, num vermelho rico e intenso.

2. Revlon 880 HD Lipstick Marigold (* via skin): um laranja potente, médio e super pigmentado, semi-brilhante. (Cá entre nós, não acham que a Felicity tinha ficado mais bonita com esta cor?)

3. Flormar Pretty Cream&Glaze P322: laranja potentíssimo com um nadinha mais de amarelo que anterior, bastante opaco e acabamento semi-brilhante. Ando rendida à qualidade dos batons da marca. Tem cores magníficas e intensas, que encostam muitos batons mais caros, às boxes.

4. Sisley Sheer Papaya 17 (*): batom hidratante com cor brilhante mas translúcida. Ideal para quem quer cor mas sem assumir muito a coisa.

5. Too Faced Fluide Longue Tenue Melted em coral: um laranja com uma pitada de branco que já o põe a caminho do coral, hiper pigmentado e opaco.

6. Sisheido Perfect Rouge em Pk 307 (* via sweetcare): um rosa seco, elegante, com cobertura opaca, que não pesa e tem um acabamento semi-brilhante.

7. Charlotte Tilbury  Matte Revolution em Sexy Sienna: laranja seco, ao melhor estilo sixties, acabamento mate mas sem ficar seco.

8. Flormar Pretty Cream&Glaze P304: nude a tender para o coral, semi brilhante e cor compacta.

9. Milani Nude Crème 26: nude rosado, acabamento semi brilhante. Mais uma marca que me custa acreditar na relação qualidade/preço. Excelente, a julgar por este exemplar que me cheira que não irá ficar orfão por muito tempo.

Avancemos para a nova base Miracle Cushion da Lâncome. O último post de bases que fiz aqui, já saiu há muito e, desde então pouco ou nada mudou. Comprei mais algumas, nada digno de nota nem que destronasse a minha muito amada Nude da Dior. Esta, a par com a da Shiseido, continua a liderar a minha preferência. Ontem dei-vos nota da base da Avène, da qual gostei muito também. Irei usá-la mais exaustivamente, para ver se a incluo nesta selecção.

Entretanto, consegui resistir à tentação de comprar outras bases, que foram saindo nos últimos meses para o mercado, mas a esta, não consegui. A Lisinha recomenda, a Marlene compra. E ainda bem, digo, porque estou a gostar muito, já que reúne tudo aquilo que gosto numa base: cobertura q.b., acabamento luminoso, com a enorme vantagem de, com a sua aplicação sui generis, ser prática para trazer pela carteira, para retoques.

A base é fluída como água e vem entranhada numa esponja, que liberta produto de cada vez que é pressionada. Depois, é só ir percorrendo o rosto com a esponja aplicadora, com toques, que podem ser sobrepostos, em certas zonas, para maior cobertura. O que mais gosto nesta base é a leveza da fórmula e a forma como, de forma eficaz mas transparente, contribui para a aparência de pele sem defeitos.

Para rematar, um grupo algo desconexo de produtos. Dele faz parte a paleta Contouring Cheek Color Duo (na cor 02 Stroked) do Tom Ford que me piscou o olho, mal saiu há mais de meio ano, e que está praticamente nova, porque tenho pena de a usar. Já sabem, não é?! Consiste num duo de pós compactos, sendo que o rosa queimado serve para colorir/esculpir e o bege, com declinações douradas, muito ténue, para iluminar. Esta paleta é espécie de extensão da paleta de contorno Shade & Illuminate sendo que o produto de cor (não dá para fazer modelação do rosto todo) é excelente para dar aquele realce às maçãs de rosto (cor e definição), sem ser necessário usar dois produtos para o efeito. O pigmento e a textura são do melhor, fininha e amanteigada, e embalagem, um luxo! {suspiro}

Depois, mais um blush em creme da Clarins na cor 03 Grenadine, dos quais só posso dizer maravilhas. As cores são todas mimosas e só vou descansar quando tiver as quatro. É um produto acessível para a qualidade que tem e adoro o acabamento mate aveludado. Pode ser usado como blush e batom e, por vezes, até como sombra uso.

Por último, o Glimmerstick Flick da Avon que vi no blog da querida Sara - Página ao Lado - e, já se sabe, como não posso ver nada, que quero logo tudo, tratei de o encomendar. Não sei se já tive oportunidade de partilhar por aqui que considero que os lápis da Avon (a par dos vernizes, e dos batons, pelas cores) são do melhor e, esta opção biselada (uma versão compacta do push-up liner da benefit) afigurou-se-me como algo tentador. No entanto, admito que não fiquei muito fã porque, além de não ter a cremosidade a que estou habituada nos lápis da marca, o formato da mina é algo grosseiro, o que impossibilita a aplicação exímia e desenhada de uma linha que, na verdade era o que eu pretendia. Se é para passar e esbater, qualquer lápis serve, certo?

E é isto, por agora! Gostei de fazer este tipo de posts e acho que vou começar a repeti-los mais vezes. O que vos parece?


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