Cabelo de (em) Guerra

Publicado por: Diana Vinha a 06 de May 2013


Imagem: weheartit.com

Lá diz o ditado "Quem vai à Guerra, dá e leva!", e como eu entrei em guerra com o meu cabelo, ele ripostou, e de que maneira!

(Aviso à tripulação: Este post não deve ser lido por pessoas sensíveis!)

Novembro de 2012 foi a última vez em que fiz a habitual descoloração de cabelo. Mas, já há alguns meses que tinha o desejo de deixar de o descolorar totalmente. Nunca gostava do efeito com que saía do cabeleireiro - cabeça rosada, textura e aspecto de Barbie, e queria dar um descanso ao meu couro cabeludo, deixando crescer a raíz natural. O problema? A barra de crescimento, ou aquilo a que eu, não tão carinhosamente, chamo de auto-estrada.

A alternativa e efeito desejado (na imagem em baixo e à esquerda) significou um sacríficio de crescimento de quatro meses, para depois se poder fazer uma espécie de madeixas em zig-zag.

Entretanto, cortei o cabelo, porque graças ao stress, pouco descanso e alimentação nem sempre cuidada (mãe não leias isto, por favor), o meu cabelo estava razoavelmente mais fino e baço e, a verdade, é que já o andava a desejar há uns bons meses. Comecei a cura da Pil Food (comprimidos + champô) da qual só tenho a dizer maravilhas, e esperei até Março.

A tentação de descolorar totalmente, foi muita, mas venci-a e lá se iniciou o processo de disfarçar a raíz.

E foi aí que a coisa começou a correr verdadeiramente mal. A imagem em baixo daria um perfeito exemplo para a dicotomia "expectations versus reality" e, infelizmente, o meu exemplo, é o da direita. Um verdadeiro desastre de ir às lágrimas (que foram mais que muitas) e me impediram de sair de casa nas 24h seguintes!!! 

Print dálmata (yes, please), mas não na minha cabeça!

A pessoa responsável por este trabalho, não entendeu nada do que eu queria, obviamente, apesar de ter mostrado imagens e de termos discutido várias vezes o que se iria fazer. A solução? "Tapar o sol com a peneira" e, 24h depois, numa tentativa de remediar a situação, a zona afectada foi tingida com a minha cor natural. Ou próxima disso, vá!

Conclusão, fiquei com uma auto-estrada maior que a que já tinha, mas graças ao cabelo estar descolorado e extremamente sensibilizado, a cor foi desbotando para um ruivo-alaranjado-castanho. Enfim! Feio e nada Diana! A solução foi aguentar e dar um descanso ao cabelo.

O facto de gostar de acessórios para o cabelo e graças à minha coleção de lenços, bandoletes e tudo o que por cá havia em casa, consegui aguentar-me as três semanas que se seguiram, tentando não pensar, nem "tocar" muito no assunto. E afirmo que não foi nada fácil!

Ansiosa por voltar a sentir-me bem com a minha pele (ou cabelo, neste caso) aconselhei-me com o Alexandre do Diff Hair Designers que, curiosamente, tem sido o responsável pelos trabalhos mais complexos, no meu cabelo e no da mana.

Ao consultá-lo, fiquei dividida, pois recorri a ele como segunda opção e creio ser extremamente ingrato, remediar a borrada dos outros. Mas o Alexandre fez-me sentir uma princesa salva pelo princípe encantado, pois ao ver-me naquele estado de guerra capilar, deu-me um abracinho (sem julgar) e a mão, prometendo que me iria salvar.

Fez-me uma série de transparências com pratas e o cabelo não ficou como eu queria inicialmente, mas melhor, pois está com o meu loiro claro de volta e com nuances mais escuras, que lhe conferem um aspecto mais natural, arriscando-me mesmo a dizer que quase de loira-clara verdadeira. O bónus? A manuntenção passar a ser de quatro em quatro meses (ou mais), em comparação com os dois meses que fazia anteriormente.

Durante o processo, o Alexandre utilizou uma série de produtos, que eu desconhecia totalmente e muito me agradaram, finalizando o styling com a exclamação- "O teu cabelo é de guerra!"


Revlon Anti-Porosity Milk

Antes: Foi aplicado nos meios e pontas, zonas onde o cabelo estava com a cor pretendida e não se queria agredir, com o descolorante.

Depois: Entre a lavagem e a aplicação da máscara de tratamento, para potenciar os seus efeitos. Isto é, acaba por funcionar como um sérum.

(Alexandre, se estiver a dizer alguma asneira, corrige-me!)

Senscience- Champô + Máscara (Silk moisture e Inner Restore Intensif) + C.P.R

Foi-me aconselhado, o uso do C.P.R (de que já falamos aqui), uma vez por mês, para fortificar, hidratar e proteger o cabelo. Assim o farei, logo que a linha Resistance da Kérastase, que estou a usar de momento, acabe. 

O trabalho ainda não está no ponto que eu queria, mas está a caminhar para isso, e em breve darei notícias a respeito da rotina capilar que ando a seguir.


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